Senado e Câmara criam comissão para regulamentar dispositivos constitucionais

20/03/2013 - 20h10 Especial - Atualizado em 20/03/2013 - 21h01

Senado e Câmara criam comissão para regulamentar dispositivos constitucionais

Tércio Ribas Torres

Os presidentes do Senado Federal, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, assinaram nesta quarta-feira (20) o ato de criação da comissão mista destinada a consolidar a legislação federal e a regulamentar dispositivos da Constituição.

O texto da Carta Magna de 1988 ainda tem 25 dispositivos pendentes de regulamentação por meio de leis complementares e outros 117 que precisam de regulamentação por lei ordinária. A comissão, composta por seis deputados e seis senadores, terá 180 dias para concluir os trabalhos, com previsão de realização de uma reunião por semana.

Os deputados Cândido Vacarezza (PT-SP), Edinho Araújo (PMDB-SP), Carlos Sampaio (PSDB-SP), Sérgio Zveiter (PSD-RJ), Arnaldo Jardim (PPS-SP) e Miro Teixeira (PDT-SP) serão os representantes da Câmara na comissão. Pelo Senado, farão parte da comissão os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Vital do Rêgo (PMDB-PB), Jorge Viana (PT-AC), Pedro Taques (PDT-MT), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP). O deputado Vacarezza será o presidente da comissão, que terá como relator o senador Romero Jucá.

De acordo com Jucá, a comissão vai trabalhar na modernização do arcabouço jurídico do país, examinando matérias conflitantes e leis vencidas, além de promover o enxugamento e a simplificação das leis vigentes. Segundo o senador, trata-se de uma tarefa grandiosa e de um trabalho importante para o Congresso Nacional.

Em discurso no Plenário, Jucá disse que fará um trabalho participativo com todos os deputados e senadores. Ele agradeceu a confiança de Renan, Alves e Vacarezza e anunciou a intenção da comissão de criar um site em que será possível a participação popular.

- Estaremos conectados com a sociedade para que o trabalho desta comissão seja o mais produtivo possível. Espero que seja um trabalho que venha a honrar o Congresso e facilitar a vida dos brasileiros - disse Jucá.

 

Agência Senado

 __________________ 

 

20/03/2013 - 20h55 Plenário - Pronunciamentos - Atualizado em 20/03/2013 - 21h03

Jucá promete trabalho participativo em comissão responsável por consolidar legislação

Da Redação

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou, nesta quarta-feira (20), que fará um trabalho participativo como relator da comissão especial do Congresso criada para apresentar propostas de consolidação da legislação federal e regulamentação de dispositivos da Constituição que ainda não estão regulamentados.

- Estarei aberto a todas as solicitações e sugestões. Teremos um site e estaremos abertos à sociedade para que mande, encaminhe a indicação de conflitos, de problemas, de falta de leis. Enfim, estaremos conectados com a sociedade para que o trabalho dessa comissão possa ser, efetivamente, o mais produtivo possível - garantiu.

A comissão, composta por seis deputados e seis senadores, terá 180 dias para concluir os trabalhos, com previsão de realização de uma reunião por semana.

- O trabalho dessa Comissão será consolidar esse trabalho, será modernizar a legislação brasileira e será, efetivamente, buscar um caminho de simplificar toda essa legislação - disse Jucá.

 

Agência Senado

 

Notícias

Dentista reclama direito a aposentadoria especial

Quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 Cirurgião dentista que atua no serviço público de MG reclama direito a aposentadoria especial Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) Reclamação (Rcl 11156) proposta pelo cirurgião dentista Evandro Brasil que solicita o direito de obter sua aposentadoria...

OAB ingressará com Adins no STF contra ex-governadores

OAB irá ao Supremo propor cassação de pensões para os ex-governadores Brasília, 17/01/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou hoje (17) que a OAB ingressará com ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) no Supremo Tribunal Federal contra todos...

Desmuniciamento de arma não conduz à atipicidade da conduta

Extraído de Direito Vivo Porte de arma de fogo é crime de perigo abstrato 14/1/2011 16:46   O desmuniciamento da arma não conduz à atipicidade da conduta, bastando, para a caracterização do delito, o porte de arma de fogo sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar....

Prática de racismo no ambiente de trabalho

Extraído de JusBrasil Apelidos racistas no ambiente de trabalho geram danos morais Extraído de: Direito Vivo - 38 minutos atrás   Na Justiça do Trabalho de Minas ainda é grande a incidência de processos que denunciam a prática de racismo no ambiente de trabalho. Mas a sociedade moderna e as...